Medicina2011UPAP
Este Blog é para adcionar alunos de medicina da faculdade UPAP em PJC
terça-feira, 26 de março de 2013
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Governo vai aliviar as regras para aprovar médicos formados em países do exterior
O governo vai afrouxar as regras para que médicos formados no exterior trabalhem no Brasil. A idéia é flexibilizar a exigência ou até dispensar estrangeiros e brasileiros graduados em faculdades como as da Bolívia, por exemplo, de fazer o exame para revalidação do diploma (Revalida), tido hoje como a principal barreira para a entrada de profissionais de baixa qualidade no mercado brasileiro.
Já Brasília, durante a 14º Conferencia nacional de saúde foi aprovada pelos conselheiros nacionais de saúde uma proposta de validação de diploma onde o formando em medicina formado em países do MERCOSUL possa ser contratados pelo governo através do SUS e prestar serviços durante 3 anos em cidades de até 50 mil habitantes e cidade fronteiriças e pós a validação seria automática.
A estratégia começou a ganhar contornos no último mês, após a presidente Dilma Rousseff encomendar um plano para ampliar rapidamente a oferta de profissionais de saúde. O plano é trabalhar em duas frentes: ampliar os cursos de Medicina e, enquanto a nova leva de profissionais não se forma, incentivar o ingresso de profissionais que cursaram faculdades estrangeiras.
A estimativa oficial é de que haja 291,3 mil médicos no Brasil ou 1,6 para cada mil habitantes. Nos Estados Unidos, a relação é de 2,5 por mil e no Uruguai, 3,3 por mil. O cardiologista e ex-ministro da Saúde Adib Jatene defende a adoção de uma estratégia que tenha foco na qualidade do profissional. "O País precisa de mais médicos, mas não a qualquer custo." Isso vale tanto para a criação de novos cursos quanto para a admissão de formados no exterior. "É preciso que novas vagas para Medicina sejam criadas em locais com estrutura, com hospitais de apoio e professores de qualidade", avalia.
Por ordem da Casa Civil, um levantamento das alternativas para facilitar o visto de trabalho de médicos formados no exterior está em curso. Os Ministérios da Saúde e da Educação trabalham para criar opções para o exame de validação do diploma. Uma das idéias é a criação de uma espécie de estágio para graduados em uma lista de faculdades, ainda em elaboração.
Remunerado pelo governo, o curso teria duração de até dois anos. Nesse período, o profissional trabalharia na rede pública, principalmente no Programa de Saúde da Família (PSF). Parte da equipe defende que, ao fim da preparação, o profissional tenha o direito de seguir trabalhando no País, sem fazer a prova para validar o diploma.
Resistência. A proposta enfrenta resistência no Conselho Federal de Medicina e até no governo. Mas há setores que defendem flexibilização maior: a validação automática do diploma do exterior para médicos formados num determinado grupo de faculdades. Além de aspectos técnicos, a equipe avalia detalhes jurídicos para pôr em prática as medidas.
O governo, que sabe ser preciso propor alterações na lei, nega-se a falar sobre o assunto, mas técnicos trabalham a toque de caixa para atender ao pedido de Dilma. Quinta-feira, em Nova Deli, ela voltou a apontar a carência de profissionais e adiantou que o País terá de fazer esforço para ampliar o atendimento.
A carência de profissionais é acentuada em regiões como a Norte. A disparidade é enorme entre o SUS e a rede privada, que concentra pessoal. O problema atinge principalmente as especialidades médicas. Atualmente, 24% das vagas de residência médica não são ocupadas. Na medicina de família e intensiva, a ociosidade alcança 70%.
O presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D’Ávila, contesta as estatísticas oficiais. "Estudos mostram que no País não há falta de profissionais, mas uma distribuição desigual." Para ele, o problema não se revolve com a abertura de escolas ou regras mais flexíveis. "Imagine as conseqüências de deixar uma pessoa sem boa formação. Vamos ofertar um profissional mal preparado só porque a população vive em áreas afastadas? Por que depende do SUS?"
BBC News - O Portal de Notícias do Centro-Oeste
Já Brasília, durante a 14º Conferencia nacional de saúde foi aprovada pelos conselheiros nacionais de saúde uma proposta de validação de diploma onde o formando em medicina formado em países do MERCOSUL possa ser contratados pelo governo através do SUS e prestar serviços durante 3 anos em cidades de até 50 mil habitantes e cidade fronteiriças e pós a validação seria automática.
A estratégia começou a ganhar contornos no último mês, após a presidente Dilma Rousseff encomendar um plano para ampliar rapidamente a oferta de profissionais de saúde. O plano é trabalhar em duas frentes: ampliar os cursos de Medicina e, enquanto a nova leva de profissionais não se forma, incentivar o ingresso de profissionais que cursaram faculdades estrangeiras.
A estimativa oficial é de que haja 291,3 mil médicos no Brasil ou 1,6 para cada mil habitantes. Nos Estados Unidos, a relação é de 2,5 por mil e no Uruguai, 3,3 por mil. O cardiologista e ex-ministro da Saúde Adib Jatene defende a adoção de uma estratégia que tenha foco na qualidade do profissional. "O País precisa de mais médicos, mas não a qualquer custo." Isso vale tanto para a criação de novos cursos quanto para a admissão de formados no exterior. "É preciso que novas vagas para Medicina sejam criadas em locais com estrutura, com hospitais de apoio e professores de qualidade", avalia.
Por ordem da Casa Civil, um levantamento das alternativas para facilitar o visto de trabalho de médicos formados no exterior está em curso. Os Ministérios da Saúde e da Educação trabalham para criar opções para o exame de validação do diploma. Uma das idéias é a criação de uma espécie de estágio para graduados em uma lista de faculdades, ainda em elaboração.
Remunerado pelo governo, o curso teria duração de até dois anos. Nesse período, o profissional trabalharia na rede pública, principalmente no Programa de Saúde da Família (PSF). Parte da equipe defende que, ao fim da preparação, o profissional tenha o direito de seguir trabalhando no País, sem fazer a prova para validar o diploma.
Resistência. A proposta enfrenta resistência no Conselho Federal de Medicina e até no governo. Mas há setores que defendem flexibilização maior: a validação automática do diploma do exterior para médicos formados num determinado grupo de faculdades. Além de aspectos técnicos, a equipe avalia detalhes jurídicos para pôr em prática as medidas.
O governo, que sabe ser preciso propor alterações na lei, nega-se a falar sobre o assunto, mas técnicos trabalham a toque de caixa para atender ao pedido de Dilma. Quinta-feira, em Nova Deli, ela voltou a apontar a carência de profissionais e adiantou que o País terá de fazer esforço para ampliar o atendimento.
A carência de profissionais é acentuada em regiões como a Norte. A disparidade é enorme entre o SUS e a rede privada, que concentra pessoal. O problema atinge principalmente as especialidades médicas. Atualmente, 24% das vagas de residência médica não são ocupadas. Na medicina de família e intensiva, a ociosidade alcança 70%.
O presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D’Ávila, contesta as estatísticas oficiais. "Estudos mostram que no País não há falta de profissionais, mas uma distribuição desigual." Para ele, o problema não se revolve com a abertura de escolas ou regras mais flexíveis. "Imagine as conseqüências de deixar uma pessoa sem boa formação. Vamos ofertar um profissional mal preparado só porque a população vive em áreas afastadas? Por que depende do SUS?"
BBC News - O Portal de Notícias do Centro-Oeste
quinta-feira, 24 de março de 2011
Para os Colegas futuros medicos da UPAP de PJC
esta criado o blog para nos alunos de medicina termos um local onde iremos usar para troca de arquivos e opnioes de variados seguimentos.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
A sua hora chegará
Tem político que não meresse o cargo que ocupa, tipo mal agradecido e mal carater voce o ajuda em sua missao e depois ele não reconhece o que foi feito pra ele e ainda cha o cara! mas tenho certesa que sua vida publica será igual meteoro,rapdo para subir e mais ligeiro para descer...
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Dilma não precisa de palanque de André.
Há determindas coisas que são enfadonhas, a citação do governador de que se o Zeca for candidato a governador ele não fará palanque para a Dilma é notório e sabido por todos. Se o Zeca é candidato do PT para que Dilma precisa dele? Os votos aqui serão divididos milímitro a milímitro então os votos do Zeca automaticamente serão de Dilma. O André blefa constantemente, sabe ele que essa eleição será de dois turnos, talvez seja a eleição mais difícil na vida dele, porque até então ele tem passeado nos adversários anteriores, exceto Delcidio e Zeca. Se alguém achar que essa eleição será de um turno só é só me convencer. Os candidatos do André ao senado terão dificuldades nas urnas e correm riscos de não eleger nenhum, ambos são fracos. O Zeca, Delcídio e Dagoberto são a bola da vez. Essa eleição vai surpreender muitas cabeças coroadas que se acham imbatíveis, com certeza a descepção vai ser grande, alguns já deviam ter saído do cenário político, pois não acrescentam mais nada ao povo.
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